A Web 2.0 está morta, vítima de seu próprio sucesso.
O conceito de site como um destino fixo não é mais suficiente.
O próximo passo foi dado e é distribuido.
O que nós vemos é uma separação de conteúdo e aplicações dos sites.
A Web 1.0 visava, em geral, atrair a população para a Internet, simbolizada por empresas como AOL (provedor), Netscape (navegador) e Yahoo (portal).
A Web 2.0 buscava, até um certo ponto, dar à população o que fazer uma vez que já têm acesso à Internet e tirar as dificuldades técnicas pra que isso acontecesse, como, por exemplo, para dividir suas fotos (Flickr), expressar seus pensamentos e opiniões (Blogger) ou postar seus vídeos (YouTube).
Mesmo sendo cedo demais para determinar os aspectos que irão compor a Web 3.0, algumas características já podem ser vistas, como:
(1) Um conhecimento mais abrangente da convergência entre criadores e consumidores de conteúdo;
(2) Um movimento de sites fixos para distribuídos, conteúdo e aplicativos livres;
(3) Um acompanhamento mais avançado do graficos socias dos usuários;
(4) Uma camada de sites em cima do outros sites, e;
(5) Uma tendência à interoperabilidade universal entre sites.
Como com qualquer mudança, algumas empresas ficarão entre os dois lados, o antigo e o novo, mas o principal é que algo diferente está aparecendo, além da Web 2.0.